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quinta-feira, 29 de março de 2012

Galaxy Ace é o smartphone de entrada caprichado

Armado com um processador de 800 MHz, o Galaxy Ace está distante dos smartphones top de linha, mas figura como um verdadeiro ás em sua vizinhança, entre os aparelhos de entrada. O principal atrativo do aparelho é a relação entre custo e benefício, já que por 800 reais ele traz recursos de sobra como câmera de qualidade, tela de 3,5 polegadas, DLNA com o Samsung All-Share e Android 2.2 (Froyo). Além do poder de fogo, o aparelho tem um visual sóbrio, mas ainda assim atraente, e pesa 113 gramas. De cara o Galaxy Ace apresenta dois pontos fracos: pouca memória interna e uma gravação de vídeo com qualidade desprezível.

Com cantos arredondados e corpo construído totalmente em plástico, os 5,9 por 11,1 por 1,2 centímetros do Ace conferem uma boa empunhadura e conforto para carregá-lo no bolso. A tampa traseira tem uma textura áspera interessante, pois além da aderência, torna o manuseio agradável. O Ace não é um aparelho grande. Ligeiramente menor, e tão fino quanto o iPhone 4, ele só perde para modelos mais recentes, como Xperia Arc ou mesmo o Galaxy S II, seu irmão topo de linha.




A tela de 3,5 polegadas conta com 320 por 480 pixels, tem boa resposta aos toques e tem brilho na média. Se comparado a seus principais concorrentes, como o LG Optimus Me, não há nada de excepcional no Ace nesse quesito. Há quem compare o pequeno smartphone com o iPhone 3G e, realmente, as semelhanças são evidentes. Mas o aparelho na verdade é uma versão mais madura do Star II, um celular básico da Samsung.

Minimalista, o design conta com poucos botões. Na lateral esquerda há um controle para volume, enquanto na lateral direita o usuário encontra a entrada com tampa para cartão microSD, além do botão liga/desliga, que também trava a tela. Na face frontal há um botão físico, o tradicional “Home”, além de dois botões sensíveis ao toque (menu, à esquerda, e voltar ao lado direito). Na parte superior há uma entrada microUSB, que além de conectar o aparelho ao PC, recarrega a bateria. Ao lado há um conector P2 para fones. Um diferencial é a pequena tampa para a USB, que evita a entrada de poeira quando a porta não está sendo utilizada (maior parte do tempo).

Na parte traseira, além da tampa feita em plástico preto fosco, que é mole e fácil de ser removida, há a câmera de 5,1 MP e um flash LED. Há também duas ranhuras, por onde escapa o som do aparelho. Para evitar que o som seja abafado quando o smartphone é colocado em uma superfície lisa há uma pequena elevação entre elas.

Froyo com calda da Samsung

Equipado com o Android 2.2 (com possível e desejada atualização para o Gingerbread), o Ace traz a tradicional interface TouchWiz, da Samsung. O visual da TouchWiz não é dos melhores. O aspecto, no geral, traz muito mais empecilhos que melhorias. As fontes e cores escolhidas não são das mais elegantes, bem como a fonte dos menus. Uma vantegem, no entanto, é o movimento de pinça para exibir todas as ares de trabalho (na tela inicial) e todos as janelas com os aplicativos instalados. O recurso facilita a vida de quem possui muitas aplicações e gosta de aproveitar o aparelho ao máximo. Assim como em outros modelos da marca, o usuário pode adicionar, remover e organizar áreas de trabalho.



A interface também acompanha uma série de widgets, como um painel de controle de funções básicas, como Bluetooth, Wi-Fi e rotação da tela e um gerenciador de tarefas. Essa é uma novidade interessante da TouchWiz no Android 2.2. Além de exibir todos os dados de uso de memória (storage e RAM), permite encerrar aplicativos abertos.

Dispositivo recarrega iPhone por meio da respiração


Um dispositivo – ainda em fase de conceito – promete recarregar a bateria de um iPhone utilizando apenas a respiração.
O projeto, batizado de Aire, foi desenvolvido pelo designer brasileiro João Paulo Lammoglia e consiste em uma máscara que, por meio da respiração, conseguiria recarregar a bateria do iPhone.
O Aire utiliza uma pequena turbina de vento que converte a respiração em energia elétrica. Portanto, poderia ser utilizada enquanto o usuário dorme ou pratica algum esporte, como corrida.

O sistema e a máscara, que lembra a utilizada pelo personagem Sub-zero do jogo Mortal Kombat, ainda são um conceito e, segundo seu criador, poderá ajudar a criar perspectivas de como obter novas soluções de energia.
O designer afirmou que sua inspiração para criar o Aire veio ao observar crianças assoprando um catavento. O dispositivo ganhou, em 2011, o prêmio da Red Dot Design Award por melhor Conceito de Design do ano.
 Info

Hackers expõem receita de McDonald's e outros "industrializados"

A imagem é uma reprodução do site AnonSource.org, no qual foram divulgadas as receitas. Foto: AnonSource/Reprodução A imagem é uma reprodução do site AnonSource.org, no qual foram divulgadas as receitas
Foto: AnonSource/Reprodução

Os hackers do grupo AnonSource expuseram online a receita e os ingredientes de diversos produtos industrializados e de fast foods, como os restaurantes americanos McDonald's, KFC e Taco Bell. Ao todo, são mais de 100 receitas divulgadas no http://anonsource.org.
A intenção, na verdade, foi irônica e tinha o objetivo de mostrar a quantidade de "bobagens químicas" presentes nas comidas. Em uma mensagem que antecede a lista de receitas, a organização afirma que talvez uma opção "mais simples" seja a pessoa cozinhar para ela mesma.
No Twitter da organização, @AnonSourceTec, os hackers se desculpam pelo site estar fora do ar, provavelmente devido ao grande número de acessos simultâneos, descartando a possibilidade de algum outro grupo hacker ter tirado o AnonSource do ar.
Terra

terça-feira, 27 de março de 2012

TeamViewer 7 chega para usuários de Mac

A nova versão do software permite aos usuários Mac estabelecer conexão com o TeamViewer 7 para Windows e Linux e iniciar reuniões online com vídeo e VoIP. Além disso, dá para se conectar com as plataformas iOS e Android.

O usuário Mac agora pode se juntar às reuniões já iniciadas ou dar início à sua própria sessão, além de comandar sessões de suporte remoto. A nova versão oferece tudo aquilo que as versões para Windows e Linux já têm como iniciar e participar de reuniões instantâneas para até 25 participantes, agendar reuniões e enviar convites para todos os participantes e tudo usando vídeo e voz.

O TeamViewer pode ser comprado pelo site da empresa ou, se você for usuário doméstico, baixado gratuitamente.

Baixe o TeamViewer 7 pelo Downloads INFO.

Info

Usar Facebook no trabalho deixa funcionário mais feliz

O Facebook é a maior rede social do mundo atualmente, com 845 milhões de usuários. Foto: AFP

O Facebook é a maior rede social do mundo atualmente, com 845 milhões de usuários
Foto: AFP

Um número cada vez maior de empregadores está percebendo que permitir que os funcionários usem o Facebook no trabalho é uma válvula de escape que os tornam mais "felizes e confortáveis". Pelo menos é no que acreditam vários gestores de tecnologia da informação, de acordo com o site Computerworld.

A permissão de acesso à rede social seria uma espécie de "troca justa" por muitas horas de trabalho no escritório, com horas complementares em casa. A companhia de análise Gartner também reportou, no início de março, que cada vez menos companhias estão bloqueado o Facebook. Em 2010, quase 50% delas bloqueavam.

"Se você trabalha de 12 a 15 horas por dia, haverá momentos em que você gostará de dar uma pausa e se conectar com a realidade - e falar com os amigos e com a família permite que isso aconteça", afirmou um consultor de uma empresa de análises de Chicago, nos Estados Unidos. "Essas ferramentas permitem que você trabalhe por muitas horas sem enloquecer", concluiu.

O número caírá ainda mais daqui dois anos, com cerca de 30% das empresas aplicando bloqueio ao Facebook em 2014, segundo a Gartner. A taxa de queda anual da restrição às redes sociais pelas corporações é de 10% ao ano.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Chronos Series 7, o potente e ultrafino da Samsung

A Samsung apresentou ao Brasil no último dia 21 o Chronos Series 7, um notebook ultrafino, com gravador de DVD e configuração forte.

O modelo enviado ao INFOlab traz um processador Intel Core i5 2450M de 2,5 GHz, 6 GB de memória RAM, armazenamento de 1 TB, controladora gráfica AMD Radeon 6750M, com 1 GB de memória GDDR5 dedicada e uma tela de 15 polegadas com resolução de 1.600 por 900 pixels.

Com 2,3 centímetros de espessura e pesando só 2,2 kg, o Chronos oferece uma portabilidade interessante, mas sem o inconveniente da falta de leitor óptico, comum na nova categoria dos ultrabooks, com a qual ele pode competir diretamente. O corpo metálico e que lembra aço escovado torna o produto bastante elegante. O teclado retroiluminado no padrão ABNT tem bom espaçamento entre as teclas e a digitação parece confortável.

Os testes completos e a avaliação do INFOlab você confere na revista INFO. O preço sugerido para o modelo é de 3,1 mil reais.

INFO Online

domingo, 25 de março de 2012

"Usuários devem ser pagos para entrar no Facebook", diz cientista

Bernardo Huberman é diretor sênior do laboratório de computação da HP em Palo Alto, na Califórnia. Foto: Divulgação

Bernardo Huberman é diretor sênior do laboratório de computação da HP em Palo Alto, na Califórnia
Foto: Divulgação

O cientista e pesquisador do laboratório de computação social da HP, Bernardo Huberman, acredita que a privacidade na internet como é conhecida hoje em dia está prestes a chegar ao fim. Para ele, em um futuro não muito distante, revelar um segredo em redes sociais somente acontecerá sob o pagamento em dinheiro. "Os usuários devem ser pagos para participar do Facebook e do Twitter, por exemplo", constatou em entrevista para o Terra.

A afirmação não é fruto do acaso. Huberman lidera uma pesquisa no centro da HP na qual identifica e estabelece a importância do usuário na construção e na consolidação de uma rede social. "Atualmente, uma empresa é capaz de conhecer os hábitos até mesmo quando as pessoas não estão conectadas a partir de um dispositivo", exemplificou.

As companhias de análise estratificam os dados e os transformam em tendências comerciais. Com isso, elas são capazes de projetar as horas em que um funcionário de uma empresa, por exemplo, está no banheiro ou almoçando por conta não somente da queda no tráfego online mas também das informações divulgadas na web.

"A questão é que elas são muito valiosas", afirmou o cientista em relação às informações fornecidas publicamente em site, que complementou que as pessoas ainda não têm a dimensão de como a divulgação de um livro recém-lido, por exemplo, pode ajudar a traçar o perfil do usuário. "As companhias vendem os dados dos usuários para empresas de marketing, que lucram toneladas de dinheiro em cima disso", afirmou.

Nada mais justo, portanto, de acordo com o cientista, que os usuários participem dos lucros das companhias - que se baseiam primordialmente nas pessoas, e não na tecnologia, para se tornar um sucesso digital. Esse é o caso, aliás, do próprio Facebook, que, com quase 900 milhões e usuários em todo o planeta, deve entrar na bolsa de valores em maio deste ano com um valor estimado de US$ 5 bilhões, sem nenhum centavo compartilhado com os usuários, às exceção do que responde pelo nome de Mark Zuckerberg.

Projetos que pagam o usuário já existem na web
A UberMedia, criadora de vários aplicativos populares de redes sociais (como o Echonfon), lançou a Chime.in. O diferencial da novidade, segundo o CEO da empresa, Bill Gross, é que ela trabalhará com um sistema para pagar os usuários pelos posts.

Além de recompensar os usuários, o sistema de pagamento usa o dinheiro como atrativo para que as pessoas participem dela ativamente - o que tem sido um problema para as novatas: atrair público. "Quando há dinheiro envolvido, você consegue um nível de seriedade que não existe se não há pagamento", afirma. O YouTube já aposta na mesma premissa, e paga aos usuários por conteúdos muito populares, na expectativa de que a qualidade dos vídeos seja o destaque. A prática também já foi testada pelo Blogger, do Google.

Um outro exemplo é a rede social espanhola TuyYou, que pretende oferecer uma comissão pelas compras realizadas pelos usuários recomendados. Além de uma plataforma de comércio eletrônico, o TuyYou permite compartilhar conteúdo e realizar contatos profissionais.

Nem Facebook, nem Twitter: Pinterest é nova onda na web

Pinterest é uma rede social que permite criar murais virtuais com imagens da internet e classificá-las por grupos de interesse. Foto: Divulgação Pinterest é uma rede social que permite criar murais virtuais com imagens da internet e classificá-las por grupos de interesse.

Em menos de dois anos, uma startup do Vale do Silício atingiu a marca de site independente com maior crescimento da história da web americana, ao chegar a 10 milhões de usuários únicos nos Estados Unidos. O Pinterest, rede social que permite criar murais virtuais de fotos, já ganhou clones, fãs, e tem hoje 10,4 milhões de membros cadastrados, segundo o AppData. Entre janeiro e fevereiro deste ano, a rede cresceu 52%.

Criado em 2010, o Pinterest ganhou expressão na metade do ano passado: entre junho e novembro o tráfego aumentou mais de 2.000%, segundo o Shareaholic - e o site ainda é fechado apenas para quem tem convite. O volume indica o gosto dos usuários por criar murais (boards) sobre moda, comida, bichos fofos, destinos turísticos, design, arte, e muito mais, coletando imagens dos mais diversos cantos da web para pendurar (pin) em suas paredes virtuais e segmentadas.

"Na essência, o Pinterest é um site que conecta pessoas que são apaixonadas pelas mesmas coisas. Da mesma forma que as pessoas que usam o Facebook estão felizes em se conectar com amigos de quem gostam, as que usam o Pinterest estão animadas para encontrar pessoas com gostos similares aos seus", resume Ben Silbermann, um dos cofundadores da rede social, ao TechCrunch.

Esses gostos são expressos na forma dos murais, batizados por cada usuário à sua maneira - como os álbuns em outras redes sociais. Mas o destaque do Pinterest está no modo como as imagens são exibidas. O site abandona o modelo cronológico usado por Facebook, Twitter e Blogger, entre outros, em que a atualização é a primeira de uma lista de novidades. No Pinterest, as imagens são dispostas em uma "grelha", com colunas em que miniaturas das fotos e suas legendas aparecem de forma assimétrica em um layout simples e limpo.

O nome Pinterest une as palavras "pin", tachinha (do mural), e "interesting", interessante. As imagens são penduradas em murais que podem ser particulares (só o dono insere mais fotos) ou coletivas, em que seus seguidores também podem contribuir - ótimo para planejar viagens ou receber sugestões para um casamento, por exemplo. É possível curtir, comentar e até usar fotos de outros usuário em seu próprio mural com um único clique, usando o link "repin" (rependurar). Veja como criar murais e pendurar fotos na galeria de imagens que está na aba desta matéria.

"Como se diz, uma imagem vale mais que mil palavras, e esse é provavelmente o segredo da plataforma", afirma Ben Hutchins, um dos usuários da rede. "É clean, faz sentido e é fácil de usar, além do mais se você usa o site ou o aplicativo no smartphone a integração, a experiência e a consistência de abordagem são incomparáveis", avalia.

Mas nem todos os que testaram o site se "apaixonaram" desta forma. Scott Kiekbusch reclama de problemas com o botão "pin it" e de falhas de carregamento no site, que o usuário associa ao crescimento brutal de acessos. Jill Smokler e Jessica, outras duas pessoas cadastradas no Pinterest, falam sobre um certo tom de utopia das imagens postadas. "Ver fotos de lugares maravilhosos não me faz sentir relaxada, me faz sentir amarga", comenta Jill, em referência aos álbuns sobre destinos turísticos. "Meu corpo não parece nem nunca vai parecer com os das fotos 'motivacionais' do Pinterest", acrescenta Jessica. "Citações inpiradores me deixam louca", completa Jill, sobre o hábito de postar imagens com frases na rede social - há até um site que cria as fotos a partir dos textos.

Terra

sábado, 24 de março de 2012

Fundador do Megaupload receberá quase R$ 90 mil de ‘mesada’

24-03-2012 17:47

Fundador do Megaupload receberá quase R$ 90 mil de ‘mesada’Kim Dotcom, o fundador do site Megaupload, receberá uma "mesada" de quase R$ 90 mil (60 mil dólares da Nova Zelândia) para se manter enquanto aguarda sua audiência sobre uma possível extradição aos Estados Unidos, informou o site o site Stuff, da Nova Zelândia, onde ele está preso.

O Megaupload, usado para compartilhar arquivos, foi fechado pela Justiça em janeiro por suspeita de possibilitar um esquema de pirataria de arquivos protegidos por direitos autorais. As autoridades estimam que as operações do site possam ter causado um prejuízo de US$ 500 milhões.

No dia do fechamento do site, Dotcom foi preso junto com outros executivos do Megaupload. Todos eles já foram liberados desde que sigam uma série de instruções da Justiça.

A decisão da nova pensão do fundador do site, publicada nesta sexta-feira (23), determinou que uma parte do dinheiro virá do investimento que Dotcom fez em títulos do governo e a outra, de uma conta do executivo, informou o Stuff.

Ainda segundo a publicação, o fundador do Megaupload também poderá recuperar sua Mercedes Benz 2011. A decisão também determina que ele pode fazer um pedido para ter mais dinheiro para outros gastos –a mulher de Dotcom está grávida.

O executivo teve seus bens apreendidos pelo governo da Nova Zelândia após uma operação que aconteceu em sua casa no dia do fechamento do site pelas autoridades.

No final de fevereiro, a Justiça da Nova Zelândia havia determinado que a “pensão” de Dotcom seria de R$ 40 mil –o valor seria válido pelas três semanas seguintes. Também ficou determinado que mulher de Dotcom, Mona, receberia dinheiro para suas despesas diárias e para os custos médicos do nascimento de seus gêmeos.

PCs e tablets com Windows 8 chegam às lojas em outubro, diz Bloomberg

Reprodução
São Paulo - Computadores e tablets com Windows 8 embarcado devem chegar às lojas de varejo até outubro, afirma o site de notícias financeiras Bloomberg.

Segundo o portal, que cita “fontes próximas à Microsoft” para sustentar a afirmação, o Windows 8 (atualmente em fase beta) estará maduro o suficiente para ser enviado aos integradores de hardware já em agosto.

Se este prazo for confirmado, a primeira leva de tablets e computadores (desktops e notebooks) com o novo sistema embarcado chegará ainda em outubro às lojas.

O prazo é considerado ideal para a Microsoft tirar proveito das vendas de final de ano, que se aquecem a partir de outubro.

Ainda segundo a Bloomberg, 40 fabricantes de computadores já confirmaram à Microsoft que poderão vender máquinas com Windows 8 até outubro. No mesmo mês, até cinco modelos de tablet devem ficar disponíveis para o consumidor.

Esta é a primeira versão do Windows que suporta arquitetura ARM, desenvolvida para dispositivos móveis, como os tablets.

Na prática, isto permitirá rodar programas complexos (que antes só funcionavam em notebooks e desktops) também nos tablets.