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domingo, 22 de julho de 2012

W3C e WHATWG dividem HTML5 em dois padrões

 
São Paulo - O Web Hypertext Application Technology Working Group (WHATWG) e o World Wide Web Consortium (W3C), responsáveis pelo desenvolvimento e pesquisa do padrão HTML5, decidiram dividir seus esforços em dois padrões.


Segundo o TechCrunch, que conversou com Ian Hickson, diretor do WHATWG, os desenvolvedores não precisam temer a divisão. O W3C irá centrar seus esforços em um padrão mais instantâneo, enquanto o WHATTWG cuidará do padrão vivo do HTML5.
O HTML5 é um protocolo baseado na web defendido por Facebook, Opera e outros desenvolvedores por suas facilidades na criação de aplicativos, conteúdo mobile e funcionamento em diferentes sistemas operacionais sem que seja necessário alterar grandes porções de código.
A divisão pode ser crucial para empresas como o Facebook, que em Abril revelou ter o dobro de usuários nos apps em HTML5 em relação às versões nativas para iOS e Android, mas que esses usuários têm experiências limitadas por conta do progresso lento do Google e da Apple com o padrão.
Em conversa com o TechCrunch, Hickson afirma que a divisão serve para separar as partes de desenvolvimento e pesquisa. "Nada mudou para os desenvolvedores, browsers e pessoas que precisam de feedback. No WHATWG continuarei monitorando os mesmos lugares e acredito que o W3C também", afirma.
A grosso modo, a diferença entre os padrões do W3C e do WHATWG está no processo. Para Hickson, a abordagem do W3C com um sistema tradicional onde uma versão liberada é congelada, os erros normalmente não são corrigidos até a próxima versão. No modelo "living standard", a estrutura já é uma recomendação para os browsers e, com base nos feedbacks, os problemas são corrigidos conforme são encontrados. "Há importantes usos para os dois", complementa.
Hickson defende a opinião que a divisão não trará nenhum problema, pelo contrário. Ela deve auxiliar o processo e o desenvolvimento do HTML5.

Marissa deixou Google para ganhar até US$ 100 mi no Yahoo!

Marissa Mayer deixou o Google após 13 anos para comandar o Yahoo!. Foto: AP
A executiva Marissa Mayer, que deixou o Google após 13 anos para se tornar CEO do Yahoo!, pode ganhar até US$ 100 milhões em cinco anos à frente da nova companhia. O valor pode ser alcançado pela soma de salário, bônus e participação em ações, segundo documentos entregues pelo Yahoo! ao órgão regulador do mercado financeiro americano.
De acordo com o site da revista Fast Company, esse valor pode ser alcançado se forem somados o salário anual de US$ 1 milhão de Marissa, um bônus de US$ 2 milhões, além de outros US$ 12 milhões em aquisição de ações restritas em três anos. Além disso, ela deve receber um prêmio de até US$ 30 milhões e um adicional de ações de até US$ 30 milhões em cinco anos. Ela ainda deve receber compensações por receitas de seu antigo empregador, o Google.
Marissa Mayer foi a primeira engenheira do sexo feminino contratada pelo Google e era responsável por serviços locais, de mapeamento e de localização para a gigante da internet. Ela foi anunciada como nova CEO do Yahoo! - a terceira em um ano - na segunda-feira.
O ex-CEO Scott Thompson deixou a empresa em maio, depois de ser acusado de ter inflado seu currículo acadêmico. Ele substituíra Carol Bartz, demitida em setembro passado por não ter conseguido revitalizar o Yahoo!, uma das companhias pioneiras da internet.
A nomeação de Mayer é considerada um lance surpreendente do Yahoo!. Ela superou o atual presidente-executivo, Ross Levinsohn, que era tido como o favorito para a posição.
Terra

Empresa tentam usar hackers para espionar


São Paulo - É muito comum ouvir a palavra “hacker” e associá-la a desordeiros digitais. Mas além de equivocada, esta constatação também esconde outro lado dos especialistas em segurança digital.

A INFO entrevistou o consultor em segurança digital Alan Sanches. O hacker já participou de ataques de negação de serviço (DDoS) seguindo a ideologia do grupo Anonymous, mas abandonou essa prática para fundar seu próprio grupo, desta vez com o objetivo de identificar as vulnerabilidades dos sites.

Sanches diz passar o dia inteiro em busca de novas falhas, para aprimorar seus conhecimentos e também para buscar soluções e repassá-las aos administradores dos sites. Segundo Sanches, há empresas que tentam se aproveitar do trabalho de hackers para espionar concorrentes.